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Transformers: O Último Cavaleiro


Transformers - O último cavaleiro

Depois de 10 anos desde o lançamento do primeiro filme, estreia no dia 20 de julho o quinto filme da série, Transformers: O Último Cavaleiro, filme que marca a despedida de Michael Bay da direção da franquia. Mas o que esperar dele?

O Blog Carol Vayda esteve no evento de pré-estreia e na coletiva de imprensa com o diretor Michael Bay e a atriz Isabela Moner, que vieram ao Brasil para fazer a divulgação do filme em terras tupiniquins.

Transformers - O último cavaleiro Transformers - O último cavaleiro

Abaixo algumas coisas que pudemos captar de tudo isso:

Sinopse:
“O gigante Optimus Prime embarcou em uma das missões mais difíceis de sua vida: encontrar, no espaço sideral, os Quintessons, seres que possivelmente são os responsáveis pela criação da raça Transformers. O problema é que, enquanto isso, seus amigos estão precisando de muita ajuda na Terra, já que uma nova ameaça alienígena resolveu destruir toda a humanidade.”

 

O filme começa muito bem, inserindo os transformers em um ambiente de batalha medieval, lutando junto de personagens míticos como Merlin e Rei Arthur, dando a entender que na verdade eles estão aqui na Terra a muito mais tempo do que se pensava.

TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

Ainda no começo, mas em uma época atual, somos apresentados à personagem Izabella (Isabela Moner), uma garota corajosa e destemida que ajuda e vive com outros robôs. Aqui, vale ressaltar que a forma como ela é inserida na história lembra bastante aquele clima dos filmes de aventura com crianças que passavam na Sessão da Tarde e até mesmo com um toque de Stranger Things. (Teremos aqui uma nova protagonista para os futuros filmes?)

TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

Mas aí, em um tempo muito curto (e olha que são +/- 2:30h de filme) todo esse sopro de frescor que parece acontecer vai pelos ares e toda a fórmula antiga dos filmes anteriores vem a tona (afinal é uma fórmula que funciona nas bilheterias). Quem conhece os Blockbusters do diretor Michael Bay já sabe que explosões, muitas cenas de ação, muitos cortes rápidos de câmera, coisas voando e todos esses tipos de exageros… Posso dizer que aqui não foi diferente.

TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

PONTOS POSITIVOS:

– Quem assistiu aos filmes anteriores dificilmente conseguiu prestar atenção aos detalhes dos robôs, pois todos são feitos por computação gráfica e sempre se movimentam muito rápido (eu, por exemplo, não conseguia definir muito bem os detalhes dos personagens robôs). Talvez, atendendo ao público que também se incomodava com isso, em O Último Cavaleiro conseguimos visualizar muito bem os detalhes, alguns incluíam até uma ‘câmera lenta’, isso foi bem interessante!

– Gravado em IMAX! Que imagem animal era aquela? Cenários grandiosos, definição absurdamente imersiva, coisa de primeira! Se for assistir esse filme, deve ser em uma sala IMAX.
TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

PONTOS NEGATIVOS:

– O roteiro, sinceramente, ficou uma bagunça! Daria para ser dividido em uns três filmes diferentes… Começa bem, insere informações demais, mistura tudo e por fim joga essa ‘mistureba’ toda goela a baixo de quem está assistindo.

– O CGI, principalmente dos robôs, não ficaram tão bons quanto deveriam. Em alguns momentos chega a parecer que as animações dos videogames estão melhores. Isto pode até ser reflexo da pressa do estúdio em lançar o filme…
TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

PONTOS EXTRA:

– Existem muitas referencias a estética e design de Star Wars neste filme, como por exemplo:
– Os drones que se parecem com a nave TIE Advanced, de Darth Vader;
– Aparecem alguns robôs no começo que lembram muito o AT-S;
– O robozinho Sqweeks é claramente uma versão do R2-D2;
– E o robô mordomo Cogman também se assemelha muito com o androide C3PO.

– O filme relembra o Personagem vivido por Shila LaBeouf, não o excluindo totalmente da franquia.

– Tem cena extra no pós-crédito e apresenta a atuação de Bumblebee em outras épocas da história (seria essa a introdução para o filme solo do personagem?).

De restante, Transformers: O Último Cavaleiro é mais do mesmo. Não é “O” filme, mas ai te divertir, ou pelo menos distrair, enquanto estiver assistindo.

Inclusive, na coletiva que teve aqui em São Paulo no Hotel Unique, Michael Bay afirmou que “não faz seus filmes para críticos ou para imprensa, mas sim para entreter o público”. Os números de bilheteria dos seus filmes, de alguma forma confirmam isso.

NOTA TOTAL: 6/10

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