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Antes da dor…Amor

COISAS POR AÍ

CRÔNICA: Não foi um sim e nem será um não


Você poderia ter dito sim, seria muito mais fácil… pra mim, claro!

Dane-se sentimentos ou dúvidas, o importante era sabe que confiávamos um no outro e arriscaríamos nossa companhia mesmo que em abismo profundo. Tudo seria mais simples pra tudo: sem horários, sem marcação, sem gente falando ou dando palpite em nossas vidas… mas você não disse sim.

Você sequer disse alguma coisa!  Você poderia, muito bem, ter ficado com dor de cabeça, fingido que dormiu, mudado de assunto ou simplesmente desmaiado, mas você se calou e, não só isso, morreu no meu prazer .

Dúvidas todo mundo tem, mas dúvidas sempre geram alguma ação. Você não teve ação. Sim, se trata de um egoísmo do tamanho do universo, mas era um egoísmo coletivo e não individual! Estava sendo egoísta para você e sequer isso entendeu. Continuar Lendo

COISAS POR AÍ

Crônicas: Amanda


Sabe aquele tipo de pessoa que simplesmente conquista TUDO o que quer ? Pois bem, esta é Amanda.

Independente, desprovida de receios ou timidez, quando ela coloca alguma coisa na cabeça ela não tira enquanto não consegue alcançar este capricho. Em sua vida profissional, Amanda é ousada, não tem receio em falar o que pensa, enfrenta os problemas e até tira onda com as situações vive.  É quase que uma relação visceral, como tudo que faz na verdade. Já na sua vida pessoal, faz o tipo desapegada, diz não ter tempo para se apegar – o que não significa não pegar.

Faz questão de ser a mais linda, não para fazer inveja nas meras mortais que existem por aí, mas porque ela se idolatra. Para ela, não existe mulher mais incrível do que Amanda: bonita, inteligente, bem resolvida e auto-suficiente. Mas não se trata apenas de mais uma nojentinha, Amanda também tem o hábito de ser amável, compreensiva, simpática e carinhosa com a todos a sua volta, da senhora do cafezinho até o presidente da república! Como não amar esta mulher?  Pois é, todos amavam.

Amanda, diga-se de passagem, nunca amara ninguém que não fossem seus gatos, sua mãe e suas amigas de infância, acho que por escolha. Era mais fácil ser forte e ouvir os lamentos de suas amigas, do que devorar quilos de chocolate por pura depressão por não ter recebido a ligação do dia seguinte (aliás, ela nunca dá o número certo!).  Certa vez, depois de um porre homérico, ela até se sentiu balançada pelo carinha que a levou até o táxi. “Tão fofinho…”, disse a bêbada Amanda ao rapaz, mas depois se deu conta de que ele nada mais era do que o vallet da balada.

Mas um dia as coisas começaram a mudar. Continuar Lendo