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Karina Schiassinatti

Beleza

Minhas unhas, minhas cutículas e eu


Cuidados com as unhas

Neste ano, eu decidi me cuidar mais, então estou me sentindo muito blogueirinha de beleza com todas as técnicas e produtos que tenho testado! A maioria de ideias de posts que tenho anotadas é de beleza, então espero que vocês gostem dessas coisas.

Para começar a falar sobre cuidados com as unhas, gostaria de contar minha história com elas. Quando eu tinha uns 8 anos comecei a roê-las, imitando o comportamento de um amiga com quem tinha muito contato na época… Um ano depois ela se livrou do hábito, eu não. Eu roía até o talo, de levar choque ao encostar na torneira, sabem?

Cultivei a mania até uns 15 anos, quando a substituí por outra que carrego até hoje (já falei sobre isso no meu blog, leia aqui). Desde então, criei uma obsessão pelos cuidados com minhas unhas. Ia na manicure toda semana, ou pelo menos a cada quinze dias; queria que estivessem sempre saudáveis, pintadas e compridas.

Porém, em tempos de vacas magras, comecei a praticar e a fazer minhas unhas eu mesma. Depois de muitos bifes arrancados, aperfeiçoei minha técnica e unhas e cutículas estavam sempre impecáveis. Jamais tive a mesma vaidade que tinha com minhas unhas com nenhuma outra parte do meu corpo. Pele, maquiagem, cabelo? Inexistente. Unhas? Lindas, maravilhosas. Acabou a história para dar um contexto.

No ano passado, enquanto fazia minha rotina tradicional: passa amolecedor de cutículas, empurra com a espátula e depois tira com o alicate; tive um problema com uma das unhas. Tirei demais, cortei e machuquei feio a base da unha; justo eu que sempre frisei para as manicures: minha cutícula é fina e delicada, cuidado!

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Cinema, Teatro e TV

Vamos falar sobre 13 Reasons Why


vamos falar sobre 13 reasons why

Minha primeira ideia era fazer um post com 13 razões para você assistir a nova série original Netflix: 13 Reasons Why, mas no meio do caminho eu mudei de ideia.

Se você não é um eremita das redes sociais, com certeza deve ter visto muitos comentários sobre o seriado, que é baseado num livro com o mesmo nome. Eles podem ter sido positivos, de pessoas que adoraram a série, ou de gente que achou um absurdo.

Considerando esse mar de opiniões divergentes, achei melhor falar abertamente sobre as minhas impressões, sem falar se você deve ou não assistir. Fica a seu critério! Melhor assim, né?!

Ah, e eu não li o livro, ok?! Meu parecer é totalmente baseado no seriado.

13 REASONS WHY

1. Os personagens são adolescentes.

No começo, você pode achar as reações da Hannah (protagonista) um tanto exageradas, mas aí você lembra que ela tem 17 anos. Como você era nos seus 16/17 anos? É preciso ter isso em mente enquanto assiste a série.

2. É um alerta sobre os perigos do bullying.

Para mim a série é muito mais sobre isso do que o suicídio em si. A gente sabe que bullying não deve ser levado na brincadeira, mas ainda tem muitas pessoas que acham que é frescura e mimimi.

O seriado mostra que não é bem assim, que vai muito além. A internet tornou as coisas muito mais cruéis nessa área. Eu já falei sobre cyberbullying no meu blog e tem tudo a ver com o que acontece no seriado. Você pode ler aquiContinuar Lendo

Beleza

Tratando minha pele acneica


Tratando minha pele acneica

Olá, pessoal!

Colunista nova aqui no blog, deixe-me me apresentar: Karina Schiassinatti, muito prazer! Não terei tema, nem frequência fixa de posts, mas de vez em quando vocês encontrarão o meu nomezinho e rostinho pelo blog. Espero que gostem quando eles aparecerem! Para começarmos, vamos falar de pele e acne… Uma dupla que se ama, mas que amamos odiar.

Se você é uma pessoa que nunca sofreu com acne em nenhuma fase da sua vida, parabéns! Você realmente ganhou na loteria dermatológica. Porém, mais da metade dos seres humanos deste nosso país sofrem com o problema. Em algumas pessoas é só por um período, geralmente na adolescência, e afeta a famosa zona T (testa, nariz e queixo). Mas em outras, ele segue para a vida adulta, neste caso é mais comum afetar a zona V (queixo e bochechas), ou ainda pode ser genético.

Eu sofri com a acne na adolescência e depois de adulta e foi tudo bem clichê: zonas T e V afetadas.

Tratando minha pele acneica

Toda a vida eu tentei fazer diversos tratamentos, mas nunca funcionaram. Como sempre fui preguiçosa, fica difícil de saber se não funcionaram por serem errados para mim, ou porque eu nunca segui o processo religiosamente.

Por volta dos meus 25/26 anos, eu cansei dessa situação. Eu já tenho todo o jeito de adolescente, e as espinhas reforçavam essa aparência, e de um jeito nada bom. Então decidi que precisava mudar e começar a cuidar de mim, de verdade.

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